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Benefícios do INSS sofrerão novos reajustes em 2021; veja como vai ficar


O Governo Federal, por meio do Ministério da Economia, revisou a estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2020. Agora, de acordo com a pasta, o valor passou de 2,35% para 4,10%. O indicador é importante, uma vez que o resultado é utilizado para reajustar o valor do salário mínimo.


Sendo assim, caso o índice se confirme, o piso salarial passaria de R$ 1.045 para R$ 1.087,85 em 2021. Ou seja, um aumento de R$42,85.


Anteriormente, em abril, o Governo Federal propôs no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) que o piso salarial em 2021 seria de R$ 1.079. Acontece que o valor foi levando em consideração o INPC de 3,29%. Esse projeto de lei serve como base para que o governo elabore a proposta orçamentária para o próximo ano.


Em 31 de agosto, quando o Governo enviou a proposta de orçamento para 2021, o Governo Bolsonaro propôs um salário de R$1.067 para 2021, ou seja, deixando o piso nacional sem aumento real pelo segundo ano seguido. O valor de R$ 1.067 leva em conta uma alta de 2,09% do INPC.


O que muda no INSS

Dessa forma, com o aumento salarial, o valor das aposentadorias e pensões pagos pelo INSS vão seguir o valor do salário mínimo.


Seguindo o aumento do salário mínimo previsto para 2021, os benefícios do INSS também serão reajustados com base nesse valor.


Sendo assim, caso o governo siga com a proposta do valor de R$ 1.087,85 para 2021, os atuais 35 milhões de aposentados e pensionistas vão contar com um reajuste de 4,10% em 2021. O teto de pagamentos passaria dos atuais R$ 6.101,06 para R$ 6.351,00.


Fonte: Notícias Concursos

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