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Sete moradores de rua morrem após São Paulo registrar madrugada mais fria em cinco anos

(Reprodução/Pixabay)

Os termômetros de São Paulo registraram a madrugada mais fria dos últimos cinco anos entre a terça-feira e quarta-feira (30). Após a temperatura chegar até 6º, o Movimento Estadual dos Moradores em Situação de Rua afirmou que sete moradores de rua morreram na cidade de São Paulo. 


De acordo com o movimento, três dos moradores estavam na Praça da Sé, um na Baixada do Glicério, um próximo ao Metrô Tiradentes, na região central da cidade, e dois na Barra Funda, na Zona Oeste.

Ao G1, a Prefeitura disse que não atestou as mortes, já que só o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), da USP, ou o Instituto Médico Legal podem determinar a causa.


O Padre Júlio Lancelotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, disse que a polícia está investigando a morte de um morador de rua, que foi encontrado morto na região da Sé, sem sinais de violência, na madrugada desta quarta. De acordo com o padre, embora o laudo médico não constasse sinais de hipotermia, havia outras doenças que podem levar a morte em função do frio, como pneumonia e parada-cardíaca.


Mortes com o frio 

Essa não é a primeira vez que moradores de rua morrem em decorrência do frio. 

Em 2020, uma moradora de rua foi encontrada morta na Praça da Sé após a madrugada mais fria do ano passado. Em 2019, dois moradores de rua também morreram em uma madrugada de frio e chuva.


*Com informações do G1 

Fonte: NE10 Interior

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