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Minas investiga mais um caso suspeito de raiva humana em Bertópolis

Foto: Reprodução/Pixabay

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou, neste sábado (23), que investiga mais um caso suspeito de raiva humana em Minas Gerais. Ao todo, dois casos foram confirmados e dois são considerados suspeitos. Todos eles ocorreram em Bertópolis, no Vale do Mucuri.


A nova investigação se refere a uma criança, de 11 anos. Segundo a SES, notificação foi feita nesta quinta-feira (21). A garota “apresentou sintomas inespecíficos como febre e cefaleia, e devido ao parentesco com o segundo caso confirmado, foi notificada como suspeita”.


Ainda de acordo com a secretaria, ela foi encaminhada para o hospital, onde foram coletadas amostras laboratoriais. Nesta manhã, a paciente seguia internada, estável e em observação.


O outro caso investigado se refere a um menino, de 5 anos, que morreu no último dia 17. Apesar não ter apresentado sintomas clínicos de raiva, optou-se por investigar o óbito por causa da proximidade geográfica das ocorrências. Amostras foram coletadas e enviadas para exame laboratorial e aguarda-se o resultado.


Casos confirmados

O primeiro caso confirmado é do indígena Zelilton Maxacali, de 12 anos. Ele não resistiu à doença e morreu no dia 4 de abril. Cerca de dez dias antes, ele havia sido mordido por um morcego.


A segunda confirmação ocorreu nesta semana. Trate-se de uma menina, também indígena de 12 anos. Ela está internada no Hospital Infantil João Paulo II, na Região Central de Belo Horizonte.


Cuidados

A SES informou ainda que, após ser notificada do primeiro caso suspeito, foram adotadas diversas medidas. Uma delas foi início de campanha antirrábica em cães e gatos da cidade, no dia 6 deste mês, com o objetivo de prevenir a doença.


Também está sendo realizado monitoramento de vacinação de pré-exposição para todos os moradores da localidade rural, de cerca de 1,1 mil moradores.


Além disso, equipes do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) estão desenvolvendo trabalho de campo para verificar a presença ou relato de mortes de animais com sinais clínicos neurológicos. Estão sendo realizados ainda contatos com produtores rurais, informando sobre as formas de prevenção da raiva.


“A SES-MG destaca a importância de se procurar a Unidade de Saúde mais próxima para avaliação da necessidade de adoção de medidas profiláticas (administração de vacina e soro) em caso de qualquer incidente com mamíferos silvestres, sobretudo morcegos, bem como com cães e gatos", informou o órgão.


Fonte: G1 Minas Gerais

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