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Jovem com alergia à água se recusa a tomar banho e até gotas de suor a incomodam

Foto: crédito: Reprodução/ Facebook

Uma jovem de 22 anos diagnosticada com urticária aquagênica, uma condição rara de alergia à água, se recusa a tomar banho. Loren Montefusco, de 22 anos, notou sua reação alérgica pela primeira vez quando tinha apenas 12 anos. O diagnóstico veio um pouco mais tarde, quando a jovem tinha 19 anos.


A condição é extremamente rara e atinge 1 a cada 230 milhões de pessoas no mundo. A urticária aquagênica tem como sintomas coceira, manchas vermelhas e irritação na pele (urticária) ao entrarem em contato com a água. Em casos mais graves, a exposição prolongada ou em alta quantidade podem levar a um risco de choque anafilático, uma reação alérgica extrema impede o indivíduo de respirar.


Segundo relatos postados na rede TikTok, a jovem afirmou evitar ao máximo tomar banho devido a queimação e coceira que sente quando sua pele entra em contato com a água. “Evito ao máximo tomar banho, mas achei nojento tentar não tomar banho, mas tive sorte de encontrar um grupo nas redes sociais de outras pessoas que também se recusam a tomar banho. Isso me faz sentir menos nojento. Tentei me lavar com um pano e água, mas ainda usa água e causa uma reação alérgica, então geralmente tenho que usar lenços umedecidos”, afirma a jovem no TikTok.


Ainda de acordo com relato da jovem, sua condição foi piorando conforme a idade foi avançando e ela não pode mais nadar em piscina, hidromassagem, tomar banho de mar e até mesmo as gotas de suor a incomodam. A jovem explica ainda que a dor e a coceira são as piores que já sentiu e que evita o uso de esfoliantes corporais, pois o uso dos cosméticos podem desencadear novas reações.


“Eu tento ao máximo não sentir coceira, mas não consigo evitar. É horrível. Parece que a coceira está bem abaixo da superfície da minha pele. Eu só tenho que aguentar. Nada ajuda ou impede e pode durar até uma hora”, diz.


Devido a raridade da doença, pouco se sabe sobre a causa da alergia e a forma de tratamento. Alguns estudos apontam que a condição pode ser devido a um alergênico ou produto químico na água - e não à própria água - que desencadeia uma resposta imunitária, o que significa que acontece de forma aleatória, sem um histórico familiar. Para diagnosticar a doença, os médicos realizam um exame físico para ver quais sintomas a pessoa apresenta, além de testes com água.


Fonte: Correio Braziliense

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